Diante dos mais belos expostos na sociedade

"How many special people change? How many lives are living strange? Where were you while we were getting high?"





quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

We’re invencible!

Antes quisessem os homens estarem ainda apenas superiores ao sexo feminino não só reservadamente, mas pelo que se observa, com o passar gradativo dos anos, relacionando também pessoalmente ou até no âmbito profissional. Tem-se presente no espírito de uma mulher, adjetivos que a elevem e a transformam em seres independentes de quase qualquer necessidade que envolve os machos de plantão em seus planos. Tal evolução se relaciona diretamente com as revoluções pelas quais as mulheres foram submetidas ao passar das décadas como, por exemplo, no campo profissional, não sendo mais ele restrito à quatro paredes de uma cozinha (ou de um quarto), mas sim instigando ao status de mulher independente, com novas ambições e desejos na sociedade.
Se você, mulher, não sabe fazer um Capeletti à 4 queijos ou uma simples lasanha, não se incomode ao pensar que não tem o dom ou que precisa ir à Itália para aprender tal prato culinário (apesar disso ser uma boa desculpa). Você não tem culpa de atualmente preferir ser prática ou até ter um gosto musical menos clássico e mais progressivo ou alternativo. Acuse a Revolução Industrial, acuse até Adolf Hitler, só não tenha a preocupação de se pré-ocupar. Ser livre no ínfimo instante que seja já te proporcionará ser uma mulher completa, inversa ao papel masculino e “adequada” ao novo caminho que as gerações escolheram indiretamente por si seguir.
Ao retratar o poder consumido pela legião feminina, manteiga no seu dicionário serve apenas para se definir emocionalmente fraca e óleo para se lambuzar quando ocorre de não ter a coragem instalada interiormente. E não seja hipócrita pensando antigo e falando que não somente as donas-de-casa fazem o exercício semanal de anotar qual a melhor margarina da seção de frios. Porém, em detrimento disso, empinam o nariz sim se estão empurrando um mero carrinho compacto e dão mole para o sexo oposto ao entrar no estacionamento e fingir não ser forte para carregar uma boba sacola com cervejas para uma “girl night” com as amigas. Mulher ingere essa substância que o passarinho nem ousa picar? Não. Pra ser mais exata algumas entornam, dão vexame, se rebaixam.
Enfim, se alguma mulher que se propôs ler este texto está indignada por saber mentiras sinceras, ou melhor, verdades diretas e concluir que eu sou contra o novo tipo comportamental que todas nós estamos adotando, se engana e irá se contradizer com tudo que mirabolou na cabeça. Como citei anteriormente, somos assim devido a antecedentes criminais e, principalmente, a aquele considerado mal necessário que não apenas nos dão prazer: OS HOMENS! Nossa evolução é rápida e cada vez mais se inverte com os papéis esteriotipados que o sexo masculino exerce. Essa mutação sem prazo para consolidar-se, determina que poderemos mudar nosso conceito de margarina e óleo ou nossos filhOs irão sabê-los ao certo e, literalmente, melhor do que imaginamos. Eles não precisarão converter sua sexualidade para isto, apenas serão frutos de um futuro acarretado por instintos feminis.

4 comentários:

  1. Não é que a minha garota cresceu e amadureceu!Beijos querida!

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  2. Texto sensato. Me remeteu ao comportamento, principalmente feminino, visto no Big Brother Brasil (Deve ser porque estão assistindo agora aqui em casa).

    E esse programa é uma ofença a inteligência do telespectador, diga-se de passagem.

    Parabéns.

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  3. Obrigada pelo elogio e com certeza concordo com suas palavras apesar de assistir ao programa, já que os comunicadores defendem a ideia de que este é um fenômeno na nova mídia. Quem é você?

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  4. Fenômemo pode até ser. Mais sei lá, não me traz nada de novo... ou algo que possa aproveitar. Talvez seja mais interessante pra quem trabalha com comportamento humano. Enfim, prefiro me entreter com outras coisas.

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