Nada mais vem a minha cabeça depois de escutar sensíveis e ainda mais inspiradoras palavras.
Enxugar pequenas doses de lágrimas, nem sempre é a melhor coisa a ser feita. É preferível deixar que elas rolem por toda e nem tão fria pele, que ousa perder água a cada hora que passa. Correr das monções, do vento, da calmaria, nunca é a melhor saída, a não ser a favor do vento que se sopra. E propagar-se em todas as direções o fervor da pretensão que inala prazeres, chega a ser uma das melhores ou possíveis opções. Ter o certo desejo de matar a vontade presa há mais de um mês, sucumbe o sangue chegando até o cérebro aumentando a cada instante o poder do ter. Do querer. Do sofrer, mesmo não sentindo ou sabendo da existência.