Diante dos mais belos expostos na sociedade

"How many special people change? How many lives are living strange? Where were you while we were getting high?"





quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vestígios ainda permanentes de um tempo atrás 14-04-09

Escrever sobre o amor. Falar sobre o amor. Nunca terá uma forma concreta para expressá-lo, a não ser através daquelas três palavras ditas com sinceridade ou acompanhadas com uma exclamação, para indicar entusiasmo. Elas sempre soam bem.E concluir que o amor pode ser considerado algo abstrato, talvez se encaixe melhor, por ser um sentimento. Tão sentido. Tão introspectivo.
Para descobrir se temos algo do tipo(alguém tente descobrir!), inicia-se, sendo a primeira vista, através da pulsação.De um batimento acelerado do orgão fervoroso existente não no centro.
Continuar a ter esse pensamento, significa continuar tendo o sentimento ainda dentro de você. E mesmo ele sendo individual, de um certo modo, penetra cada vez mais as artérias vermelhas e azuis, não importando tal qual intensidade. Quando se compartilha, a ponto de chegar a conjugação, muitas vezes fica mais difícil a convivência, apenas. Porque as outras contrárias, acabam por fim e tendo consequências mais fáceis, melhores. Com melhores sensações(a maioria. Tirando uma tão falada palavra existente em um relacionamento. Ciúmes. E quem nunca sentiu? Quem nunca o traiu? Quem nunca teve por outro alguém? Rarissímas são as exceções, que sempre negam. Bobas essas. Pois sinônimo de ciúmes acaba se tornando gostar. Querer, ter obcessão por alguém(nem sempre no sentido pejorativo). Protegê-lo. Estar junto. Isso tudo resume os prazeres existentes dentro, mas não tão fundo assim quando explícitos, juntamente com o amor.
Voltando a idéia central, ao ponto inicial, o que se conclui não tem lá muita explicação. E quem sou eu para achar uma certa e ainda colocar no papel. Só quem sente tem o saboroso poder de apreciá-lo. Por isso não achar-se uma explicação total, geral. Causa essa de suas variações ou até derivados.