Esperava-se que algo a mais coubesse naquele mínimo cubículo hipertensivo, mas não contava isso como sendo certo. Nos últimos tempos, pode-se confirmar o absolutismo das posições alheias, juntamente com tudo que se tornou abstrato na vida perplexa, porém, às vezes, pragmática.
Contudo que tenha se feito eterno, não consigo preferir as patéticas liras e nem muito menos obras Machadianas que me deixam vagando. Escolho as frases metafóricas de Cazuza e as canções bucólicas e históricas de Renato Russo. Não que elas me revivam, porque quem já escutou pode ter a certeza que o contrário se comprova. Só que por trás dos versos poéticos lícitos(ou ilícitos), nota-se que algo mais sempre há de ser dito. A ambiguidade se torna o efeito especial, acompanhada do valor sentimental e da pluralidade das palavras acordadas.
Voce esta mais para machadiana que cazuza e renato russo ,que são mais objetivos e loucos .
ResponderExcluir'' ídeologia , eu quero uma para viver ''