Diante dos mais belos expostos na sociedade

"How many special people change? How many lives are living strange? Where were you while we were getting high?"





segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dezoito à vinte e cinco de julho de dois mil e dez

Para mim, ainda não caiu a abstrata ficha que estive em Brasília. Me sinto totalmente aérea quando repasso as inúmeras fotos e revejo os expressivos vídeos que revelam ainda mais a imensidão central existente. Antes eu mantinha apenas a vontade que não passava e os planos movidos em ações que por corridos e sutis sete dias mudaram do imaginário para o real.
Além de ter realizado um proposto de visita, conhecimento cultural e histórico, mais do que isso pude incrivelmente estar presente nas primeiras férias de faculdade mais curta que alguém pode ter e conviver com uma prima em uma fase marcante. E isso tem e vai correr das supostas mãos em instantes, num relance profundo assim como minha passagem por pelo planalto central.
Enfim, Brasília acabou por me abrir os olhos não só por causa da claridade intensa, mas por perceber que não tem como existir um lugar melhor que o outro, pois todos sempre estarão em um patamar semelhante quando analisados superficialmente. As pessoas, pelo contrário que eu pensava, não são frias e nem muito menos sérias.
Terei sempre guardado, literalmente até, tudo que me resgata memórias e lembranças, para quando tiver um mínimo de tempo sobrando, ter o poder de retornar aos dias 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24 e nostálgico 25 de julho de 2010.

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